A Revolução de Informação

Tuesday, July 28, 2008

No ensaio de 1977, depois falar sobre o golpe em Chile, perguntei:

“Como então e possível avançar no sentido oposto e provavelmente estabilizando de promover o improvável através da liberdade de informação? Ou, supondo a correlação entre a liberdade da informação e aumentando a participação, como podia uma expansão constante de participação no processo político ser conseguido?”

Imaginei uma transformação democrática global baseada numa democratização de base. Num espírito utópico e claramente especulativo, eu disse:

Relativa à revolução de informação, todas as nações atuais do mundo são sociedades pré-revolucionários. Nunca antes um movimento político ou econômico tem criado pelo público um poder tão extensivo quanto à capacidade de monitorar e participar em todas as decisões que a afetam. A revolução de informação permitiria o público observar e tomar parte ao vivo em decisões locais, regionais e globais. Resultaria na dissolução gradual das hierarquias internacionais e intranacionais que agora fazem fluxos de informação decisiva a propriedade exclusiva das elites políticos mais que à propriedade do público geral. O capitalismo de estado de sociedades marxistas-leninistas e o capitalismo explícito das economias de mercado levariam a descentralização do estado e as formas da democracia política, econômica e industrial menos. Envolveria não um movimento armado, mas um movimento de lei para ilegalizar toda decisão confidencial que tem um impacto público.

A revolução de informação é o processo em que o sistema de informação agora não organizado conscientemente — que nós chamamos agora a sociedade humana — se organiza conscientemente como um sistema de informação. Esta revolução não pode suceder sem contrabalançar as formas improváveis de expressão resultando da liberdade da informação com alguns meios públicos de lidar o improvável. O melhor meio será um publico cada vez mais informado e politicamente ativo. Enquanto o público global se torna cada vez mais consciente e ativo em negócios decisivos, a consciência humana pode tomar uma forma de em expansão constante ao nível planetário – muito como o Teilhard imaginou a planetização da noosfera.

Como um campeão do improvável, Teilhard se protege contra caracterizações irrefletidas (como “profundamente reacionário” por Lewis Mumford) e emerge-se um advogado fiel das liberdades democráticas, especialmente a expressão livre. Pela uma pessoa que, no lado da sua mãe, é um descendente de Voltaire e inteiramente apropriado. “Não apoio de que você diz” exclamou seu antepassado venerável “mas defenderei à morte o seu direito a dizer-lo.” Interpretado na luz da teoria de informação, a visão de Teilhard traz a evidência científica ao argumento que tolerância como a de Voltaire é um negocio de vida e morte. Na tentativa criar um mundo onde a gente possam se expressar livremente, a sobrevivência mesma da humanidade está no jogo. Em sua esperança excepcional que este esforço sucede, Teilhard chamou a nossa atenção “uma obrigação nova e nobre fazer todas as forças da terra avançar o progresso do improvável”. Parece uma aposta segura que os maiores avanços neste sentido estarão feitos pela revolução de informação.

Mais de trinta anos mais tarde, continuo crer na importância imaginar e especular sobre a democracia global. Mas o meu interesse no momento e elaborar as metáforas políticos baseados na teoria da informação, mexendo a filosofia da ciência mais recente e a filosofia política. O resultado, eu creio, e uma teoria da informação política que pode ajudar iluminar os perigos de desumanização e as oportunidades de humanização nos enfrentam atualmente.

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